Tony Banks


Classical music was one of Banks's earliest musical influences. He learned to play piano pieces by composers such as Sergei Rachmaninoff and Maurice Ravel and recalls hearing The Planets by Gustav Holst when he was very young. He later became interested in the music of Gustav Mahler after hearing it in the movie Death in Venice. He also cites Dmitri Shostakovich and Erik Satie as composers whose music he has enjoyed. He identifies Symphony No. 4 in A minor and Symphony No. 7 in C major by Jean Sibelius and Ralph Vaughan Williams' Symphony No. 5 in D major as favourite pieces. Critics have noted that Vaughan Williams and film composer John Barry are notable influences on his own orchestral compositions. Banks has acknowledged similarities in style between his orchestral works and those of Vaughan Williams, Sibelius and Barry.

The Image


pics

Cultural critics often call ours a visual age, citing the dominance of television, film, comics and advertising, but perhaps the force of pictures was even stronger in previous centuries, when literacy was limited. In Protestant Britain, in the sixteenth and seventeenth centuries, paintings and sculptures in churches were destroyed for their very power by the Puritans. In Hogarth’s day, pictures spoke in many voices, through trade cards and emblem books, shop signs and woodcuts on broadsheet ballads. And then, as now, people all displayed ‘pictures’ of themselves, wittingly or unwittingly. From barrow boys to bishops, faces, clothes and body language tell subtle stories about status and sense of self – and sometimes appearances mislead as much as they inform.

William Hogarth: A Life and a World

Jenny Uglow

-reposição-

Vasco de Magalhães-Vilhena

Land of Plenty

Vinyles Passion

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Em Defesa do Tolo

Por exemplo: é dito que em algum lugar do oceano há uma ilha, que, por causa da dificuldade, ou ao invés da impossibilidade, de descobri-la, é chamada de Ilha Perdida. E eles dizem que essa ilha tem um valor inestimável de todo tipo de riquezas e delicadezas em maior abundância do que é dito sobre a Ilha dos Bem-Aventurados; e, não tendo nenhum dono ou habitantes, ela é mais excelente que todos os outros países, os quais são habitados pelo homem, na abundância do que lá está guardado. Agora, se alguém me disser que existe tal ilha, eu poderia facilmente entender suas palavras, nas quais não há dificuldade. Mas suponha que ele continue falando, como se fosse uma inferência lógica: “Você não pode mais duvidar que essa ilha que é mais excelente que todas as ilhas existe em algum lugar, uma vez que você não tem dúvidas que ela existe em seu entendimento. E uma vez que é mais excelente não estar apenas no entendimento, mas existir ao mesmo tempo e na realidade, por essa razão ela deve existir. Pois se não existir, qualquer ilha que realmente existe seria mais excelente do que ela; e então a ilha já entendida por você como a sendo a mais excelente não será mais a ilha mais excelente.” Se um homem tentar me provar por esse raciocínio que tal ilha realmente existe, e que sua existência não deve mais ser motivo de dúvida, ou eu deveria acreditar que ele está gracejando, ou pensar em quem considerar como o maior dos tolos; eu mesmo, supondo que eu permita esse tipo de prova; ou ele, se ele supor que conseguiu estabelecer com certeza a existência dessa ilha.

Gaunilo de Marmoutiers - Em Defesa do Tolo

Facts and Chicks

O terceiro anel às moscas

Na visão apareceu o Cordeiro; estava sobre o Monte Sião e, com Ele, estavam cento e quarenta e quatro mil pessoas que tinham o seu nome e o nome de seu Pai escrito nas frontes. Ouvi também uma voz que vinha do céu que era como o fragor do mar ou como estrondo de forte trovão. A voz que eu ouvira era ainda semelhante à música de harpas tocadas por harpistas. E cantavam um cântico novo diante do trono, diante dos quatro seres viventes e diante dos anciãos. Ninguém podia aprender aquele cântico a não ser os cento e quarenta e quatro mil que tinham sido resgatados da terra. Estes são os que não se perverteram com mulheres, porque são virgens; estes são os que seguem o Cordeiro para toda a parte. Foram resgatados, como primícias da humanidade, para Deus e para o Cordeiro. Na sua boca não se achou mentira: são irrepreensíveis.


Livro do Apocalipse

Jerome Kern


Trader Vic

Peggy Lee



Peggy Lee - Jump for Joy

mediumaevum


Temptation of Christ. The Fouquet Missal, 1470-75

Os antimodernos


Os antimodernos: de Joseph de Maistre a Roland Barthes, de Antoine Compagnon, vem acompanhado de um grande atrativo: trata-se de uma obra que não reduz a modernidade a rótulos e se arrisca no terreno da contradição – algo cada vez mais raro no campo da crítica literária.

Tuxedomoon



Tuxedomoon - The Cage - 1982

-reposição-

Delinquent Schoolgirls

Poster Girls

José Muñoz

A Distinção


Arturo Toscanini



Debussy: La Mer (Arturo Toscanini & NBC Symphony Orchestra - 1950)

Biblioteca

8. Indica alguns dos teus livros preferidos. 

Na ponta da língua: Henry Miller (sem a sex-shop da adolescência), Cossery (todo: lido, relido, treslido), o mesmo para John Berger, Mohamed Choukri, Sebald, Walser, Piglia, David Malouf, Cormac, Salinger, Saint-John Perse, Imre Kertész, Vila-Matas (sobretudo, a partir de Bartleby & C.ª), Llansol, Almeida Faria, Carlos de Oliveira, Luiza Neto Jorge.

Livros: O Delfim, Húmus (Raúl Brandão e versão de Herberto Helder), O Ano da Morte de Ricardo Reis, Paisagens Originais (Olivier Rolin), O Último Leitor (Piglia e David Toscana), O Livro do Desassossego, Aprender a rezar na Era da Técnica (Gonçalo, devagar, a leitura como prece), Bonsai (Alejandro Zambra), O Caderno do Algoz (Sandro W. Junqueiro) e, naturalmente, Herberto o Livro; Disse-me Um Adivinho.

Jorge Fallorca

Há Vida Em Marta