Ainda Portugal emocionado com mais uma fortuna arrecadada por venda do mobiliário do BPN a um preço acima do valor de mercado. Somos tão bons a vender. Hoje tenho que enfrentar outro mercado, o da reparação de computadores, passaram os 20 dias, tenho tentado comunicar com eles através do mail, mas isto são portugueses, logo malta pouco dada ao trabalho, e só recebo um mail automático que enviam para todos. Tenho que ir em pessoa à oficina, nem vou tentar o telefone. Vamos a ver quais são os prognósticos para a reparação propriamente dita.
Ainda não foi desta. Os cientistas abriram, olharam tecnicamente, puseram em marcha os conhecimentos da geração mais bem qualificada, viram que aquilo estava cheio de pó (7 anos a acumular) e pararam os trabalhos. Tinham que ter 25 euros da minha parte para limpar aquilo e então começar o dignóstico. Não sei se terei de esperar mais 20 dias, disseram-me que são dois ou três, mas...
Não é desse, é do pó legal, quer dizer, até ver, pois está visto que os impostos não chegam e o Estado terá de ser inventivo na recolha de dinheiro e inventar muitas mais multas. Dentro de pouco tempo será proibido sacudir o pano do pó na janela e será criada uma polícia especializada para passar as respetivas multas.
Esta ideia dos empreendedores cobrarem tudo é muito boa. Já paguei para poisar o computador no balcão e para lhe limparem o pó. Mas a coisa não devia ficar por aqui. Quando uma pessoa entra na loja, deviam verificar a sola dos sapatos, catchú, coro, antílope? para cobrarem o desgaste no chão. Perguntava-se se o cliente quer respirar, e quanto, e cobrava-se-lhe x metros cúbicos de ar.
Isto serve-me de exemplo sobre a tolice lusa. Porque eu gosto de dar exemplos concretos. Logo no início poderiam-me ter falado na limpeza, o que seria lógico, pois o comum dono de um computador não anda a aspirá-lo uma vez pelo Natal ou pelo Verão. Mas não dizem nada. E lá se vai atrasando o serviço, mas como somos portugueses, que se lixe, há muito tempo para gastar. E mais engraçado é que recebi um mail a dizer que eu já sei qual é o orçamento.
Num bordel é que ficava bem. A madame perguntaria ao clinte: quer a p#"@ limpa ou com pó e teias de aranha.
6 coisos:
É a cama do Gato Barbieri.
Ainda Portugal emocionado com mais uma fortuna arrecadada por venda do mobiliário do BPN a um preço acima do valor de mercado. Somos tão bons a vender. Hoje tenho que enfrentar outro mercado, o da reparação de computadores, passaram os 20 dias, tenho tentado comunicar com eles através do mail, mas isto são portugueses, logo malta pouco dada ao trabalho, e só recebo um mail automático que enviam para todos. Tenho que ir em pessoa à oficina, nem vou tentar o telefone. Vamos a ver quais são os prognósticos para a reparação propriamente dita.
A ver se não te levam couro e cabelo...
Ainda não foi desta. Os cientistas abriram, olharam tecnicamente, puseram em marcha os conhecimentos da geração mais bem qualificada, viram que aquilo estava cheio de pó (7 anos a acumular) e pararam os trabalhos. Tinham que ter 25 euros da minha parte para limpar aquilo e então começar o dignóstico. Não sei se terei de esperar mais 20 dias, disseram-me que são dois ou três, mas...
"viram que aquilo estava cheio de pó"
Não divulgues estas coisas em público pá!
Não é desse, é do pó legal, quer dizer, até ver, pois está visto que os impostos não chegam e o Estado terá de ser inventivo na recolha de dinheiro e inventar muitas mais multas. Dentro de pouco tempo será proibido sacudir o pano do pó na janela e será criada uma polícia especializada para passar as respetivas multas.
Esta ideia dos empreendedores cobrarem tudo é muito boa. Já paguei para poisar o computador no balcão e para lhe limparem o pó. Mas a coisa não devia ficar por aqui. Quando uma pessoa entra na loja, deviam verificar a sola dos sapatos, catchú, coro, antílope? para cobrarem o desgaste no chão. Perguntava-se se o cliente quer respirar, e quanto, e cobrava-se-lhe x metros cúbicos de ar.
Isto serve-me de exemplo sobre a tolice lusa. Porque eu gosto de dar exemplos concretos. Logo no início poderiam-me ter falado na limpeza, o que seria lógico, pois o comum dono de um computador não anda a aspirá-lo uma vez pelo Natal ou pelo Verão. Mas não dizem nada. E lá se vai atrasando o serviço, mas como somos portugueses, que se lixe, há muito tempo para gastar. E mais engraçado é que recebi um mail a dizer que eu já sei qual é o orçamento.
Num bordel é que ficava bem. A madame perguntaria ao clinte: quer a p#"@ limpa ou com pó e teias de aranha.
Ate me fizeste comichão no nariz Táxi!
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