10/31/10








Aleksandr Bubnov - Poslednyaya zhena sinej borody aka Blue beard's last wife (1996)

Angel, Angel, Down We Go (1969)

Tales From The Crypt



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via golden age comics



via This isn't happiness

10/30/10

Ó Lebre, eu sei que não simpatizas com gatos mas espero que mudes rapidamente essa atitude ou já sabes o que te pode acontecer

Hermína Týrlová - Dve Klubicka

Vintage Esquire



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Debussy plays Debussy Golliwogg's Cakewalk (1913)



Welte-Mignon Piano Roll #2733



via Vintage Photographs




Polish Film Posters

10/28/10

Mary Alacoque Waters









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10/27/10

10/25/10

Aldo Lado - La corta notte delle bambole di vetro AKA Short Night of Glass Dolls (1971)





The Mosher Press

10/24/10

Paul Driessen - The killing of an egg

Eggs are eggs

Against all this the philosophy of St. Thomas stands founded on the universal common conviction that eggs are eggs. The Hegelian may say that an egg is really a hen, because it is a part of an endless process of Becoming; the Berkeleian may hold that poached eggs only exist as a dream exists; since it is quite as easy to call the dream the cause of the eggs as the eggs the cause of the dream; the Pragmatist may believe that we get the best out of scrambled eggs by forgetting that they ever were eggs, and only remembering the scramble. But no pupil of St. Thomas needs to addle his brains in order adequately to addle his eggs; to put his head at any peculiar angle in looking at eggs, or squinting at eggs, or winking the other eye in order to see a new simplification of eggs. The Thomist stands in the broad daylight of the brotherhood of men, in their common consciousness that eggs are not hens or dreams or mere practical assumptions; but things attestedby the Authority of the Senses, which is from God.

G. K. Chesterton

High Anxiety

10/23/10

Slow the pace



Kája Saudek

10/22/10

Exorcismo

Das relações entre topos e macrotopos
Do elemento suprassegmental,
Libera nos, Domine.


Da semia
Do sema, do semema, do semantema,
Do lexema,
Do classema, do mema, do sentema,
Libera nos, Domine.


Da estruturação semêmica,
Do idioleto e da pancronia científica,
Da realibilidade dos testes psicolingüísticos,
Da análise computacional da estruturação silábica dos falares regionais,
Libera nos, Domine.


Do vocóide,
Do vocóide nasal puro ou sem fechamento consonantal,
Do vocóide baixo e do semivocóide homorgâmico,
Libera nos, Domine.


Da leitura sintagmática,
Da leitura paradigmática do enunciado
Da linguagem fática,
Da fatividade e da não-fatividade na oração principal,
Libera nos, Domine.


Da organização categorial da língua,
Da principalidade da língua no conjunto dos sistemas semiológicos,
Da concretez das unidades no estatuto que dialetaliza a língua,
Da ortolinguagem,
Libera nos, Domine.


Do programa epistemológico da obra,
Do corte epistemológico e do corte dialógico,
Do substrato acústico do culminador,
Dos sistemas genitivamente afins,
Libera nos, Domine.


Da camada imagética
Do estado heterotópico
Do glide vocálico
Libera nos, Domine.


Da lingüística frástica e transfrástica,
Do signo cinésico, do signo icônico e do signo gestual
Da clitização pronomial obrigatória
Da glossemática,
Libera nos, Domine.


Da estrutura exossemântica da linguagem musical
Da totalidade sincrética do emissor,
Da lingüística gerativo-transformacional
Do movimento transformacionalista,
Libera nos, Domine.


Das aparições de Chomsky, de Mehler, de Perchonock
De Saussure, Cassirer, Troubetzkoy, Althusser
De Zolkiewsky, Jacobson, Barthes, Derrida, Todorov
De Greimas, Fodor, Chao, Lacan et caterva
Libera nos, Domine.


Carlos Drummond de Andrade

Dr. Pyckle and Mr. Pride

10/20/10



Viktor Hartmann




The real history of Old Catawba is not essentially a history of wars or rebellions; it is not a history of politics or corrupt officials; it is not a history of democracy or plutocracy or any form of government; it is not a history of business men, puritans, knaves, fools, saints, or heroes; it is not a history of culture or barbarism.

The real history of Old Catawba is a history of solitude, of the wilderness, and of the immense and eternal earth, it is the history of millions of men living and dying alone in the wilderness, it is the history of the billion unrecorded and forgotten acts and moments of their lives; it is a history of the sun and the moon and the earth, of the sea that with lapse and reluctation of its breath, feathers eternally against the desolate coasts, and of great trees that smash down in lone solitudes of the wilderness; it is a history of time, dark time, strange secret time, forever flowing like a river.

10/18/10

Brian Smith - Burlesque Legends







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Calculating the future salary of a suicide

Suppose that a man wishes to die, and the professor of political economy becomes rather a bore with his elaborate explanations of how he is to live. And all the departures and decisions that make our human past into a story have this character of diverting the direct course of pure economics. As the economist may be excused from calculating the future salary of a suicide, so he may be excused from providing an old age pension for a martyr. As he need not provide for the future of a martyr so he need not provide for the family of a monk. His plan is modified in lesser and varying degrees by a man being a soldier and dying for his own country, by a man being a peasant and specially loving his own land, by a man being more or less affected by any religion that forbids or allows him to do this or that. But all these come back not to an economic calculation about livelihood but to an elemental outlook upon life. They all come back to what a man fundamentally feels, when he looks forth from those strange windows which we call the eyes, upon that strange vision that we call the world.

G.K. Chesterton

Bulletman








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10/17/10

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G. K. Chesterton


Manuel João Vieira

Crise? Qual crise?!

10/16/10

Sean Donnelly - I Think We're Alone Now (2008)



«Every celebrity deals with his or her share of obsessed fans. "I Think We're Alone Now" is a documentary that focuses on two individuals, Jeff and Kelly, who claim to be in love with the 80's pop singer Tiffany.

Jeff Turner, a 50-year-old man from Santa Cruz, California has attended Tiffany concerts since 1988. Diagnosed with Asperger's syndrome, he never had a girlfriend. Jeff spends his days hanging out on the streets of Santa Cruz, striking up conversations with anyone who has a moment to spare.

Kelly McCormick is a 35-year-old intersex person from Denver, Colorado, who claims to have been friends with Tiffany as a teenager. She credits Tiffany as the shining star who has motivated her to do everything in her life.»

Johannes Meyer - Die schönen Tage von Aranjuez (1933)



«This movie was a model for the three years later restaged Hollywood - movie by Josef von Sternberg with Marlene Dietrich and Gary Cooper. (Desire

10/15/10

Caixinha do Tesouro

Desde pequeno eu estava acostumado à presença de diversas línguas, mas não de diversas escrituras. Era aborrecido que, além das letras latinas, ainda houvesse as góticas, mas eram letras com o mesmo significado e o mesmo uso e, além disso, parecidas umas com as outras. As sílabas da estenografia importavam num novo princípio e, ao encurtarem tanto a escrita, tornavam-se suspeitas. Eu não conseguia acompanhar os ditados e cometia erros grosseiros. Ganzhorn olhava para aquela mixórdia e corrigia meus erros com as sobrancelhas erguidas. Talvez isto continuasse assim e eu acabasse desistindo da estenografia por ser contra a minha natureza. Mas então Schoch, que também era nosso professor de caligrafia, trouxe-nos um livro escrito em estenografia: a Caixinha do Tesouro ( Schatzkästlein), de Hebel. Li algumas das histórias, sem saber o quanto era especial e afamado aquele livro, e continuei a ler. Li-o num prazo curtíssimo, pois era apenas uma coletânea. Fiquei tão triste quando terminei, que logo recomecei do início. Isto aconteceu diversas vezes, e a estenografia, em que eu nem sequer pensava — teria lido aquelas histórias em qualquer escrita —, entrementes me ficou gravada sem que me desse conta. Li-o tantas vezes que o livro ficou em pedaços, e mais tarde, quando eu já o possuía em impressão normal, com todas as histórias, gostava de retomar aquelas folhas rasgadas, e o fiz tantas vezes que elas acabaram se desfazendo em minhas mãos.

Elias Canetti - A Língua Absolvida - História de uma Juventude (Companhia das Letras)




A morte é a sanção de tudo o que o narrador pode contar. É da morte que ele deriva sua autoridade. Em outras palavras: suas histórias remetem à história natural. Esse fenômeno é ilustrado exemplarmente numa das mais belas narrativas do incomparável Johann Peter Hebel. Ela faz parte do Schatzkästlein des rheinischen Hausfreunde (Caixa de tesouros do amigo renano das famílias) e chama-se Unverhofftes Wiedersehen (Reencontro inesperado). A história começa com o noivado de um jovem aprendiz que trabalha nas minas de Falun. Na véspera do casamento, o rapaz morre em um acidente, no fundo da sua galeria subterrânea. Sua noiva se mantém fiel além da morte e vive o suficiente para reconhecer um dia, já extremamente velha, o cadáver do noivo, encontrado em sua galeria perdida e preservado da decomposição pelo vitríolo ferroso. A anciã morre pouco depois. Ora, Hebel precisava mostrar palpavelmente o longo tempo decorrido desde o início da história, e sua solução foi a seguinte:

"Entrementes, a cidade de Lisboa foi destruída por um terremoto, e a guerra dos Sete Anos terminou, e o imperador Francisco I morreu, e a ordem dos jesuítas foi dissolvida, e a Polônia foi retalhada, e a imperatriz Maria Teresa morreu, e Struensee foi executado, a América se tornou independente, e a potência combinada da França e da Espanha não pôde conquistar Gibraltar. Os turcos prenderam o general Stein na grota dos veteranos, na Hungria, e o imperador José morreu também. O rei Gustavo da Suécia tomou a Finlândia dos russos, e a Revolução Francesa e as grandes guerras começaram, e o rei Leopoldo II faleceu também. Napoleão conquistou a Prússia, e os ingleses bombardearam Copenhague, e os camponeses semeavam e ceifavam. O moleiro moeu, e os ferreiros forjaram, e os mineiros cavaram à procura de filões metálicos, em suas oficinas subterrâneas. Mas, quando no ano de 1809 os mineiros de Falun...". Jamais outro narrador conseguiu inscrever tão profundamente sua história na história natural como Hebel com essa cronologia. Leia-se com atenção: a morte reaparece nela tão regularmente como o esqueleto, com sua foice, nos cortejos que desfilam ao meio-dia nos relógios das catedrais.

Walter Benjamin - O Narrador

Thad Jones & Mel Lewis - Once Around

Freddie Francis - The Psychopath (1966)



Turandot Suite

Ferruccio Busoni

Paul Czinner - Fräulein Else (1929)





Análise de Ferdinand Von Galitzien

Arthur Schnitzler



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Early 1900s in Colour








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10/14/10

James Benning - Landscape Suicide

Dell Books



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