Este post é muito sadô-masô. O masô suplica ao sadô: «Arreia-me» e o outro, quando se dá à maçada de lhe responder, diz: «Mais tarde...» «Arreia-me!» «Mais tarde...» «Arreia-me!» «Mais tarde...» «Arreia-me!» «Mais tarde...» «Arreia-me!» «Mais tarde...»
Fallorca, esse é um dos elementos que mostram que o universo sado e o universo maso são incompatíveis, como explica o Deleuze, no seu livro sobre o Masoch.
Numa relação maso, o parceiro que pune e o parceiro que é punido são ambos maso.
Numa relação sado são ambos sádicos, quer o que pune quer o que sofre!
6 coisos:
isso é aqui na marina
óbvio !!!
Bom... eu fechava com um telejornal da Manuela Moura Guedes (não sei se isso não será ela de botas, se for, já cá não está quem falou).
Este post é muito sadô-masô. O masô suplica ao sadô: «Arreia-me» e o outro, quando se dá à maçada de lhe responder, diz: «Mais tarde...»
«Arreia-me!»
«Mais tarde...»
«Arreia-me!»
«Mais tarde...»
«Arreia-me!»
«Mais tarde...»
«Arreia-me!»
«Mais tarde...»
Fiufiufiu...
Temos de ir à marina Carolas.
Fallorca, esse é um dos elementos que mostram que o universo sado e o universo maso são incompatíveis, como explica o Deleuze, no seu livro sobre o Masoch.
Numa relação maso, o parceiro que pune e o parceiro que é punido são ambos maso.
Numa relação sado são ambos sádicos, quer o que pune quer o que sofre!
São todos irmãos de Cristo, um sofredor...
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